Holograma com uma única partícula em movimento

Esta descrição vem de uma tradução francesa. Espero não ter cometido muitos erros. obrigado

O princípio declarado é puramente matemático e terá que usar termos não convencionais.
Esta é a construção de uma matriz tridimensional com uma e a mesma partícula em movimento.
Esta partícula imaginária é simplesmente guiada por um campo imaginário ultra poderoso.
Este campo permite o movimento oscilatório da partícula de um ponto A para um ponto B, por exemplo.
A vantagem ou o desafio físico seria poder ver ao olho humano vários pontos ou partículas ao mesmo tempo e em vários lugares diferentes.
Na cinematografia, são necessários apenas 24 quadros por segundo para perceber e obter fluência perfeita em todos os tipos de movimento contíguo, local e subjacente.
Baseado na ilusão de ótica, oscilando ou alternando uma partícula de 5mm de uma posição A para uma posição B espaçada por 10cm na velocidade da luz, seria visto como dois pontos visíveis na forma de aparência fixa e estática.
O mais importante é poder marcar uma certa parada em cada posição de A e B e viajar entre elas quase instantaneamente.
I – Condição, particularidade e fundação

O que deve ser admitido para aprovar o seguinte e o fenômeno físico:
* O estado estático da massa de uma partícula: Movimento de ida e volta de uma freqüência muito alta de uma única partícula entre as posições A e B, para dar um estado estático de sua massa em cada ponto (admissão visual).

– Imobilidade e movimento da partícula entre as posições A e B:
1ª condição fundamental do princípio declarado e resultado de observação desejado:
A partícula está em movimento ou estacionária. Nenhum valor intermediário é considerado.
Se a partícula está em A ou B, então é inegavelmente imóvel.
Somente em sua imobilidade é permitida a rotação da própria partícula.
O movimento representa o caminho a ser percorrido o mais rápido possível entre as posições de A e B (fluxo).
Em outras palavras, apenas a distância percorrida entre A e B representa o movimento da partícula, que é traduzido pelo fluxo.

– Simulação do tempo de viagem quase instantâneo da partícula entre as posições A e B:
2ª condição fundamental do princípio declarado e resultado de observação desejado:
Por razões de eficiência e simplificação do cálculo, podemos reduzir o tempo de viagem da partícula entre as posições de A e B para o tempo de valor quase instantâneo.
Por exemplo, a partícula pode, assim, fazer o caminho de A a B para milhões de bilhões de vezes a velocidade da luz, para simplesmente se aproximar de um possível valor simbólico de zero segundo.
Nós falaremos em vez de valor quase instantâneo, expresso sobre zero segundos 0 ~ S (valor e constante fictícia).
Também é possível explorar um valor razoável do tempo de viagem que está longe de zero segundos, exemplo:
Nosso big bang = ponto A
Nosso sol = ponto B
Viagem de A para B em 1 nanossegundo (ns).
Mas o resultado desejado do tempo de viagem é de cerca de zero segundos.
Esta é uma exploração matemática da quase infinita aceleração em termos de velocidade de deslocamento.
Ela fornece uma energia desenvolvida extrema e considerável para mover a partícula a essa velocidade. Exemplo: E = mc².
Em termos absolutos e em termos de probabilidade, poderíamos dizer que a partícula está em A ou em B nunca mais entre os dois (fluxo ~ 0s).
Neste caso também é possível comparar o fluxo com um feixe de cordas de alta energia de massa muito baixa entre A e B.

Mecanismo e método de aceleração e desaceleração da partícula entre as posições A e B:
A particularidade do campo imaginário CI que dirige a partícula, e poder acelerar ao quadrado e / ou ao cubo e mais, a velocidade de deslocamento da partícula entre as posições A e B.
Para que isso seja consistente e a meio caminho, a partícula também deve desacelerar para ² e mais para antecipar o próximo estágio de parada, e chegar ao destino para permanecer imóvel e parado por um momento.

– Aumentar e diminuir a distância entre as posições A e B:
3ª condição fundamental do princípio declarado e resultado de observação desejado:
O tempo de viagem da partícula entre as posições de A e B permanece inalterado à medida que a distância varia.
Neste caso, a posição A permanece fixa e somente a posição B evolui em termos de distância no espaço do sistema estudado.
À medida que a distância aumenta entre A e B, a velocidade de movimento aumenta, enquanto o tempo de viagem permanece inalterado entre as duas posições.

Posteriormente, a posição A se tornará o ponto de origem da matriz, 4ª fundação.

Exemplo para um longo tempo de viagem entre as posições A e B:
Se a partícula tiver que percorrer 10cm, ela irá viajar de A para B em 1nS
Se a partícula tiver que percorrer 1Km, ela irá viajar de A para B em 1nS
Se a partícula tiver que percorrer 10000Km, ela irá viajar de A para B em 1nS

Resultado desejado e esperado como uma constante fictícia:
Se a partícula tiver que percorrer 10cm, ela irá viajarde A para B em ~ 0S
Se a partícula tiver que percorrer 1 km, ela irá viajar de A para B em ~ 0S
Se a partícula tiver que percorrer 10000Km, ela irá viajar de A para B em ~ 0S
II – densidade estática

O ponto da densidade estática representa as posições A e B, por exemplo.
Lembrete: Somente a alternância repetida de alta freqüência da partícula pode dar a aparência do estado estático da massa entre A e B.

Ponto de densidade de massa estática e densidade de massa total da partícula:
Para poder representar pontos de densidade estática como A e B em alta freqüência, é necessário primeiro incluir a densidade de massa total; A partícula em si.
Na definição e no detalhe do ponto de densidade estática: o ponto de densidade estática representa uma parte da densidade de massa total e representa uma parte de massa nula.
Isso cria um paradoxo, porque o estado estático da partícula requer dois estados (ali e não lá) da partícula em uma posição a ser chamada de estática.

– Posição efetiva e posição livre:
A Posição Efetiva e a Posição Livre determinam a característica e a definição do ponto de densidade estática.
Em outras palavras, o ponto de densidade estática requer que dois estados de posições sejam definidos como estáticos.
Eficaz e livre (lá e não lá / paradoxo).
No ponto de densidade estática: se a partícula está em A, então é uma posição efetiva (massa total) e B se torna uma posição livre (massa zero). E vice-versa

Posição efetiva = massa total = certa duração e presença formal da partícula sem movimento (rotação de si mesma admitida)

posição livre = massa inexistente = determinada duração do vácuo, mas já foi varrida pela posição real

Uma posição livre é uma posição que já foi varrida pela posição real.
As posições livres e efetivas determinam o tamanho total da matriz finita desejada.
Posições fora da matriz tornam-se posições potenciais e incorporam as matrizes evolutivas e infinitas pela expansão ou incremento do espaço original.

– posição potencial:
A posição potencial nunca foi varrida pela posição real.
Posições potenciais varridas pela posição real tornam-se posições livres.
Posições de potencial abrangem todos os pontos infinitos e representam um espaço novo e vazio, e constituem uma forma de vazio. O fluxo pode cruzar posições livres e posições possíveis

– Frequência e oscilação da partícula entre as posições A e B:
A amplitude representa a distância. A oscilação completa da partícula entre as posições A e B representa um período no sinal analógico quadrado (parada total em A e em B).
Um ponto de densidade estática, portanto, requer duas posições multiplicadas por uma freqüência.
A taxa da freqüência é dada pela freqüência intrínseca do campo imaginário CI que direciona a partícula.
Este tempo de permanência definido por CI da posição real, assim, dá a duração da partícula na posição A e B por 1 ns.
Se a frequência do campo IC é zero, então a densidade da massa da partícula não é estática.

(tempo de posição A + tempo de viagem para B + tempo de posição B + tempo de viagem para A) x frequência

(1ns + 0.0001ns + 1ns + 0.0001ns) x frequência

ou

(1ns + ~ 0s + 1ns + ~ 0s) x frequência

Para uma oscilação de alta frequência e o equilíbrio natural entre A e B, temos o exemplo de uma distribuição da massa total da partícula de:
49,995% para a posição A
49,995% para a posição B
0,01% para o fluxo (exemplo de fluxo quantificado)

Aqui está o que seria visível para o olho humano: dois pontos cinza uniformes a 49,995% do preto.
(Se tivéssemos que representar essa partícula sem movimento em um fundo branco, então a partícula de massa total de 100% seria um ponto preto. Quando a densidade da massa total se divide e se move em densidade mais baixa, então isso é representado por os tons de cinza.)

matrix_1
III – Matriz Holográfica

– Matriz finita 1 ponto, duas posições:
4ª condição fundamental do princípio declarado e resultado desejado da observação:
Criação de um único ponto de densidade estática, mas em duas posições; o tempo de parada da segunda posição é muito curto chamado ponto de origem.
A matriz um ponto duas posições é anteriormente A e B, onde A se torna o ponto de origem, e B o ponto de matriz 1, exceto que aqui o tempo de inatividade na posição A permanece muito curto, enquanto o tempo de parada é mais longa na posição B.

Exemplo de distribuição do tempo concedido da posição efetiva do sistema um ponto, duas posições:
Duração concedida com o campo imaginário CI que direciona a partícula:

(duração do ponto original + duração do fluxo da quantia + duração da matriz do ponto 1 + duração do downflow) x frequência

(0.0001ns + ~ 0s + 1ns + ~ 0s) x frequência

Exemplo de legenda da distribuição do tempo concedido a partir da posição real:

po = ponto de origem = 0.0001ns
–> = fluxo = ~ 0s
ponto1 = matriz de pontos = 1ns

(po–>ponto1–>) = ciclo = ~ 1.0001 ns

ciclo x frequência

Exemplo de distribuição da massa total da partícula de acordo com o tempo permitido da posição real:

po = 0,000999% da massa total
–> = ~ 0% da massa total
ponto1 = 99,999% da massa total

para o olho humano, veríamos um único ponto em ~ 99,9% do preto com uma e a mesma partícula, mas em duas posições.

– Ponto de origem:
O ponto de origem sempre lista o ponto inicial e a posição zero do sistema matricial.
O ponto de origem não é um ponto de matriz e é excluído da matriz.
É, portanto, separado da matriz pelo fluxo que é para cima e para baixo (dinâmica do fluxo).
O ponto de origem é um ponto de densidade estática por si só, porque a partícula marca uma parada total e certa.
Esta parada na posição real é tão curta quanto possível, e especialmente mais curta do que os pontos da matriz que são eles em parada mais longa.
O ponto de origem representa a origem e o banco de dados da matriz ligada pela partícula no fluxo.
O endereçamento da partícula pelo ponto de origem possibilita a atribuição da informação e do recurso para o próximo ponto estático a ser criado na matriz: (direção, distância, duração da posição atual, polaridade, suscetibilidade, velocidade de rotação, sabor).
O ponto de origem também representa a menor alternância do campo CI ocupado pelo sistema, sendo a matriz as diferentes altas alternâncias.
em cada pico de colapso da função de onda de CI, determina o acesso ao ponto de origem.

– Compensação de massa e ponto de origem:
Para distribuir a massa total na matriz de maneira controlada, o ponto de origem também pode absorver e compensar a duração da posição real.
Exemplo: se quisermos uma matriz de pontos de 10% da massa total para uma matriz em um ponto duas posições, o ponto de origem deve absorver 90% da massa total com a duração da posição real.
Neste caso, o ponto de origem seria visível, mas não conta como uma matriz de pontos.

– Varredura da posição atual e atualização total do espaço finito das posições livres:
cycle = Atualiza todas as posições livres da matriz acabada pela posição atual, com base no ponto de origem (fim-a-fim).
Cada ponto que é criado ou projetado na matriz pela posição real retorna automaticamente ao ponto de origem.
O ciclo conta para uma unidade de tempo intrínseca. Se um ciclo durar 1 ns, o valor do tempo intrínseco será 1.
Se um ciclo tiver duração de 250 ns, o valor do tempo intrínseco também será 1. Esta unidade ativa o número total de atualização da matriz e é a primeira imagem (movimento parado).
Esta atualização não possui movimento intrínseco, pois o movimento intrínseco é devido ao deslocamento das densidades após vários ciclos.
A distância intrínseca situa-se entre os próprios pontos da matriz e não entre o ponto de origem e a matriz.

– Matrix terminou 3 pontos 4 posições:
Exemplo de distribuição do tempo concedido da posição atual do sistema 3 pontos, 4 posições:
Duração concedida com o campo imaginário CI que direciona a partícula:

po = ponto de origem = 0.0001ns
–> = fluxo = ~ 0s
ponto(n) = matriz de pontos = 1ns

(po–>ponto1–>po–>ponto2–>po–>ponto3–>) = ciclo ~ 3.0003ns

ciclo x frequência

Exemplo de distribuição da massa total da partícula do sistema 3 pontos, 4 posições:
Exemplo de distribuição da massa unitária total por turno:

po = 0,00033%
–> = ~ 0%
ponto(n) = 33,333%

(po–>ponto1–>po–>ponto2–>po–>ponto3–>) x frequência

(3 x po) + (6 x –>) + (3 x ponto)
(0,00099%) + (~ 0%) + (99,999%)

para o olho humano, veríamos três manchas cinzentas a ~ 33,3% do preto.

matrix_2

– Superposição de camadas de densidade de massa estática e peso:
Repetidas várias vezes com a posição real na mesma posição livre em detrimento de outras posições livres para um ciclo.
Quanto aos nossos átomos, temos um limite máximo de peso.
Para algumas matrizes finitas coerentes, temos o exemplo assumido de 10 camadas máximas.
Essas camadas podem representar elementos (elemento 1 camada, elemento 2 camadas, …).
Peso = número de camadas de densidade estática sobrepostas, uma posição, um ciclo

Exemplo:

Matriz 3 pontos, 4 posições, 2 camadas:
Esta matriz compreende assim 3 pontos de matriz com a passagem da posição efetiva para cada um dos pontos, e 2 passadas adicionais da posição efetiva em apenas um dos três pontos, para um ciclo.
Uma camada conta para um ponto de densidade adicional. Exemplo:

Alocação de tempo da posição real:
(po–>ponto1–>po–>ponto2–>po–>ponto2–>po–>ponto2–>po–>ponto3–>) = ciclo = ~ 5ns

ciclo x frequência

Deixe o exemplo de cerca de 1 ns por posição:
ponto1 = ~ 1ns
ponto2 = ~ 3ns
ponto3 = ~ 1ns

Exemplo de distribuição da massa unitária total por turno:
Para este exemplo, o fluxo é quantizado e é diferente de ~ 0%.

po = 0,000999% para o ponto de origem
–> = 0,000001% para o fluxo
ponto(n) = 19,99999% para a matriz

(po–>ponto1–>po–>ponto2–>po–>ponto2–>po–>ponto2–>po–>ponto3–>) x frequência

(5 x po) + (10 x –>) + (5 x pontos)

po = 0,000999% x 5 = 0,004995%
–> = 0,000001% x 10 = 0,00001%
ponto1 = 19,99999% x 1 = 19,999999%
ponto2 = 19,99999% x 3 = 59,996997%
ponto3 = 19,99999% x 1 = 19,99999%

para o olho humano, veríamos três pontos, apenas um mais visível que os outros dois.

– Transferência de camadas sobrepostas de densidade estática:
Este movimento é considerado intrínseco porque representa a mudança de posição das camadas de densidade sobrepostas durante a transição de um ciclo para outro. Exemplo:

Matriz 3 pontos, 4 posições, 2 camadas:
Deslocamento e transição da densidade estática pesada do ponto 2 para o ponto 3:
(po–>ponto1–>po–>ponto2–>po–>ponto2–>po–>ponto2–>po–>ponto3–>) = ciclo1 = movimento intrínseco 0
(po–>ponto1–>po–>ponto2–>po–>ponto3–>po–>ponto3–>po–>ponto3–>) = ciclo2 = movimento intrínseco 1

Movendo camadas piscando entre os pontos 2 e 3:
(ciclo1 + ciclo2) x frequência
Este piscar é muito rápido para ser visto com o olho humano

Transfira camadas piscando duas vezes mais rápido:
(ciclo1 + ciclo2 + ciclo2 + ciclo1) x frequência

– Aumentar a densidade da massa total da partícula sem alterar o tamanho da partícula:
A vantagem matemática é poder aumentar a massa de uma pequena partícula sem alterar seu tamanho.
Este princípio é uma reminiscência de estrelas de nêutrons.
Por exemplo, pode-se dizer que alguns mili-cubos de material poderiam pesar várias toneladas.
A vantagem é a construção de uma matriz maior com uma pequena quantidade de massa muito pesada em termos de densidade.
Relação direta entre tamanhos de matriz e densidade de massa total da partícula.

Nível de contraste preto em relação à massa total da partícula:
1 000 000% = contraste: preto = peso: muito pesado
1000% = contraste: preto = peso: pesado
100% = contraste: preto = peso: máximo normal
1% = contraste: cinza 1% = peso: baixo normal

– Matriz 257 pontos, 258 posições, 190 camadas (10×19):
Exemplo de uma matriz esférica parcial, com uma densidade total de 10.000%, e um tempo de ciclo de cerca de 448 ns:

kartazion hologramme

– Matriz esférica e matriz cúbica (3 dimensões):
Exemplo de uma estrutura de exibição de matriz semi-cúbica
(po–>ponto1–>po–>ponto2–>po–>ponto3–>po–>ponto4–>) = linha1
(po–>ponto5–>po–>ponto6–>po–>ponto7–>po–>ponto8–>) = linha2
(po–>ponto9–>po–>ponto10–>po–>ponto11–>po–>ponto12–>) = linha3
(po–>ponto13–>po–>ponto14–>po–>ponto15–>po–>ponto16–>) = linha4

(linha1 + linha2 + linha3 + linha4) = bloco1 = superfície quadrada

(po–>ponto17–>po–>ponto18–>po–>ponto19–>po–>ponto20–>) = linha5
(po–>ponto21–>po–>ponto22–>po–>ponto23–>po–>ponto24–>) = linha6
(po–>ponto25–>po–>ponto26–>po–>ponto27–>po–>ponto28–>) = linha7
(po–>ponto29–>po–>ponto30–>po–>ponto31–>po–>ponto32–>) = linha8

(linha5 + linha6 + linha7 + linha8) = bloco2 = área quadrada = fatia superior 1

(block1 + block2) = superfície semi-cúbica de 4 x 4 X 2
(bloco1 + bloco2) = ciclo = ~ 32,0032ns
ciclo x frequência

Matriz esférica total ou parcial:
Fazendo um relógio nos andares superiores de uma matriz esférica, será formado menos rapidamente do que nos andares inferiores da mesma matriz.
Esta é uma dilatação intrínseca do tempo para um único ciclo, embora a duração real deste ciclo permaneça inalterada.
Nas matrizes esféricas, temos uma camada de matriz ótima; uma superfície ativa de cruzeiro, porque o alinhamento dos pontos da matriz é mais favorável.

matrix_4

– Matriz infinita:
Matriz infinita progressiva partindo de uma matriz um ponto, duas posições:
Incrementação possível para ampliar a matriz finita ao infinito:
(po–>ponto1–>) = ciclo1
(po–>ponto1–>po–>ponto2–>) = cycle2
(po–>ponto1–>po–>ponto2–>po–>ponto3–>) = ciclo3
(po–>ponto1–>po–>ponto2–>po–>ponto3–>po–>ponto4–>) = ciclo4

A duração real do ciclo é estendida, porque, por exemplo, a exibição do point1 é atrasada em cada atualização de ciclo.
Na realidade, é falso que o objeto formado não se veja lento.
(ciclo1) = 1,001ns = tempo intrínseco: 0
(ciclo2) = 2.002ns = tempo intrínseco: 1
(ciclo3) = 3,003ns = tempo intrínseco: 2
(ciclo4) = 4,004ns = tempo intrínseco: 3

Para as terminações das matrizes, a duração real do ciclo permanece a mesma, uma vez que as matrizes finitas são determinadas definitivamente por um número de pontos matriciais conhecidos e fixos.
A adição de uma matriz de pontos reduz o tempo real do tempo de ciclo.
No caso de uma exploração total da massa total, uma matriz já em equilíbrio não pode mais acomodar um ponto de densidade adicional, uma vez que esta última esgota e altera todos os elementos e objetos sobrepostos.
A transformação será feita favorecendo uma distribuição diferente dos mesmos valores, mesmo dentro de densidades sobrepostas.
Portanto, é difícil adicionar ou remover a massa para uma matriz já em equilíbrio, a menos que a compensação da massa seja importante no ponto de origem.

– Incremento linear da densidade de massa total da partícula:
Corresponde ao deslocamento simples da partícula em uma linha reta, onde é conservado 99,9% de sua massa total.
Simulação do deslocamento retilíneo de uma partícula ponta a ponta a partir de sua fonte po:

(po–>point1–>) = cycle1 = posição de exibição 1 = 99,9% de massa = movimento intrínseco 0
(po–>ponto2–>) = ciclo2 = posição de exibição 2 = 99,9% de massa = movimento intrínseco 1
(po–>point3–>) = cycle3 = posição de exibição 3 = 99,9% de massa = movimento intrínseco 2

– Distribuição circular concêntrica da densidade de massa total fixa da partícula:
Esta expansão circular concêntrica é semelhante à distribuição da densidade da luz, onde a densidade de massa estática diminui à medida que a onda se propaga (maior comprimento da circunferência para irrigar).

– Distribuição circular concêntrica da densidade de massa total variável da partícula:
Ajuste da massa total em relação à densidade de expansão circular.

– matriz dupla com um único ponto de origem:
Matrizes duplas ou triplas e mais, são simplesmente separadas por posições de potencial não escaneadas pela posição real.

matrix_5

– Adicionado um segundo ponto de origem “inferior” com a mesma partícula (mesmo sistema):
Exemplo com uma matriz de 3 pontos, 5 posições:
Alocação de tempo da posição real:

(po2–>po1–>punto1–>po1–>po2–>po1–>punto2–>po1–>po2–>po1–>punto3–>po1–>)

Adicionar um segundo ponto de origem é muito fácil. É o suficiente para adicionar uma posição de cruzamento adicional na baixa alternância de CI.
Este segundo ponto de origem é também uma posição efetiva muito curta.
Exemplo: sem alterar a velocidade do ciclo de atualização: amputar tempo no ponto de origem já existente; Se a duração da posição real no ponto de origem for 0,1 ns, a criação de um segundo ponto de origem poderia ser 0,05 ns para po1 e 0,05 ns para po2.
Sistema triplo e mais possível.

matrix_6

– sistema duplo:
O sistema duplo é uma matriz única construída com duas partículas, incluindo dois pontos de origem comutativos.
Exemplo com a compensação da massa no ponto de origem: Se a partícula n ° 1 estiver em seu ponto de origem como posição efetiva, então a matriz estará livre; Assim, a partícula 2 será representada na matriz como a posição efetiva e terá seu ponto de origem na posição livre.
A matriz final cruzada e interferida pode se tornar mais densa se ambas as partículas estiverem ao mesmo tempo na matriz como a posição real, constituindo uma única matriz mista.
Sistema triplo e mais possível.
IV – Conclusão

O princípio declarado é canônico e permanece muito simples. A matriz descrita já está em movimento perpétuo e incorpora objetos animados (vibração, ressonância, mecânica de ondas, interação de eventos)

Propriedade intrínseca relevante:
– Entrelaçamento quântico (localidade)
– Decoerência e correlação de massa na matriz
– Dilatação do tempo durante formações de objetos em matrizes esféricas
– sobreposição de densidade estática
– Paradoxo do ponto de densidade estática (lá, não lá)

Simulação possível:
– Campo de gravidade (simulação hierárquica e condição dos pesos de densidade estática na amplitude mínima das altas alternações da matriz)
– Efeito de túnel (simula o deslocamento simples de uma densidade estática de luz, por exemplo, através de um objeto de densidade estática mais pesada)

Simulação utópica:
– Quark de um nucleon (simulação do grupo de densidade estática por ligação fictícia)

E se nossas estrelas e planetas fossem pontos de origem e matrizes, respectivamente?

 

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